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quarta-feira, 28 de março de 2012

VIDAS VAZIAS

Um dos meus títulos favoritos para estas nossas conversas é Vidas Vazias. E a razão é singela, vidas vazias é o que mais se vê pelas esquinas. E curiosamente os que mais teriam razões para uma vida intensa, não a tem. Não, pelo menos, na aparência. Veja este caso:

Dia destes, a Polícia Militar mais uma vez liberou vídeos mostrando um corso de automóveis na subida de um morro em Florianópolis. Podia ser em qualquer cidade, em todas é a mesma coisa: vagabundos das classes sociais mais elevadas saindo de casa para comprar drogas. Uma fileira de automóveis caros com lixos humanos indo em busca de uma razão para viver. Sim, porque esses tipos são os protótipos dos que eu chamo de vidas vazias, sem as drogas eles dão de cara com o espelho. E a imagem que veem é a imagem do nada. Essa gente é um nada. Todos os que consomem drogas, mesmo por “diversão”, coisa pouca, numa saidinha à noite com os amigos, tudo por “brincadeira”, todos são uns nadas.
Os homens que fazem isso não se garantem como homens, a leitora já entendeu do que estou falando… São homens só no tipo de sapatos que usam.
Imagine um empresário, um lojista, um cientista, um professor, um médico, imagine essas pessoas consumindo drogas… Impensável. Sós os ratos humanos consomem drogas.
Sempre agradeço a Deus por não ser policial. Sem pensar, sem comiseração, eu daria a cadeia mais férrea para os consumidores de drogas, não para os traficantes. O traficante só existe porque existe o guri vagabundo, que pode ser um universitário. Ele e o pai dele. Afinal, a fruta não cai longe do pé… Com esses caras tem que ser na cinta, no camburão e cadeia. E quem os vier defender, entra junto…
Via blog de Luiz Carlos Prates

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