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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

felicidade

MODERNIDADE
Abastoso. Tinha de tudo. Do bom e do melhor. Ainda assim vagava no vazio. Dar o basta. Sabia como. No entando, faltava-lhe ânimo. AS ®

domingo, 25 de outubro de 2015

formiga TANAJURA

e o tempo enLEVOU
.........................................Tana jura que sua bunda tem gordura.
① 
Curtição infantil: apanhar tanajuras que apareciam logos às primeiras chuvas.

A tanajura é a fêmea da formiga saúva, ou de roça.

Levávamos ao fogo em uma panela, derretendo sua gordura para deixá-la assadinha. Bastava acrescentar um pouco de sal e estava pronto...saborer com um cafezinho torrado no pilão...tudo de bom! AS ®

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Dia da criança

Li po® Aí
......................Criança: incessante barulho coberta de poeira.
Nos meus sonhos de criança
desejei pescar a lua
pus anzóis de esperança
nas poças d´água da rua.

Etimologia de insulina

Li po® Aí

O QUE EU FAÇO é simples: ponho pão nas mesas e compartilho-o.
Madre Teresa de Calcutá
→ Tão simples que revolta!

POR QUE O NOME INSULINA?
→ Porque insula – em latim – significa ilha. E toda ilha que se “preza” necessariamente está isolada, a exemplo das células de Langerhans, [ aqui é produzido o hormônio insulina]

"ADEUS” é exatamente o mesmo que “a deus”: é o encurtamento da frase “a deus vos recomendo”, tal como às vezes se diz (pelo menos aqui no Brasil) “até”, no lugar de “até logo”. fonte: dic. online, origem da palavra.
→ Em favor do cabimento... até!

Falece Jim Diamond

Li po® Aí

Faleceu, hoje,  10,o cantor Jim Diamond [1951 - 2015] 'I Should Have Known Better'
→ Marcou muito a nossa geração. Também "faleceu hoje aos 83 anos Claúdia Barroso. Estava morando no Ceará há 25 anos." Disse-me - agora há pouco - Minha amiga Sirlene.

CRIATIVnãotemIDADE - Professora “tira a roupa” para ensinar biologia em escola na Holanda
https://br.noticias.yahoo.com/professora-%E2%80%9Ctira-a-ro…
→ Lembrei-me da personagem da escolinha do professor Raimundo.

Amor e tosse, impossível ocultá-los. George Herbert
→ PoisNumQueÉ!

terça-feira, 12 de maio de 2015

O escritor Roberto Saviano é um dos convidados da Flip 2015



SÃO PAULO - O jornalista italiano Roberto Saviano, o escritor cubano Leonardo Padura, o matemático brasileiro Artur Avila e o cartunista francês Riad Sattouf estão entre os convidados anunciados nesta terça-feira (12) para a edição deste ano da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que se realiza de 1º a 5 de julho. Entre os nomes que já haviam sido confirmados na programação principal estão o irlandês Colm Tóibín, a israelense Ayelet Waldman, o britânico David Hare, o queniano Ngugiwa Thiong'o, os argentinos Diego Vecchio e Beatriz Sarlo, a portuguesa Matilde Campilho e os brasileiros Karina Buhr e Boris Fausto. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 1º de junho.

Saviano, autor de “Gomorra” e “Zero Zero Zero”, sobre a relação das máfias italianas com as instituições do país, falará do seu trabalho como jornalista investigativo, que lhe valeu ameaças de morte e o obrigou a viver escondido sob proteção da polícia. Avila participará da mesa “Os homens que calculavam” com o também matemático russo-americano Edward Frankel para uma conversa sobre a rotina dos cientistas e a intimidade com os números. Ex-colaborador do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, Sattouf e o cartunista brasileiro Rafa Campos, do álbum “Deus, essa gostosa”, discutem na mesa “De balões e blasfêmias” como se travam as batalhas culturais e os limites do humor dentro do universo dos cartuns e publicações humorísticas.

Homenageando Mário de Andrade (1893-1945), a Flip 2015 reúne este ano em Paraty 39 autores brasileiros e estrangeiros para debater temas que vão desde a prosa e a poesia até políticas culturais e os rumos da sociedade brasileira, passando pela crítica, sexo e erotismo, ciência, família e vida afetiva, romance policial, política internacional, música e arquitetura. A 13ª edição da festa vai manter a gratuidade no show de abertura e nos telões externos. O jornalista e editor Paulo Werneck, que pelo segundo ano ficou responsável pela curadoria, disse que trazer Saviano (por questões de segurança) e Padura não foi uma tarefa fácil e as negociações se arrastaram por bastante tempo.

- Estou muito orgulhoso dessa programação. Tem autores para todos os perfis de leitores - diz o curador Paulo Werneck.

Mauro Munhoz, diretor presidente da Casa Azul, organização que promove a Flip, diz que a captação de patrocínio ainda não foi completada. E pode ser que termine com cerca de 15% a menos do valor total. Segundo Munhoz, dos R$ 7,5 milhões previstos para os cinco dias de festa só R$ 6,1 milhões foram captados. No ano passado, foram captados R$ 8,2 milhões.

- Estamos em um cenário bastante dramático e isso se reflete em todas as áreas. Captação acontece até o último momento. Estamos há 13 anos nesse processo. Trabalhamos com vários módulos, o que nos permite adaptar. De agora até o início da Flip, a expectativa é que terminemos com 15% a menos. Por outro lado, é um processo extremamente eficiente. Porque nos permite fazer mais com menos. É um princípio modernista, andradino.

Werneck acrescenta que, nesse contexto de crise, a programação tem obrigação de ser mais movimentada.

- A gente sabe que, em momentos de crise, a atividade cultural floresce. Não podemos esquecer que o próprio Mário de Andrade atuou em um contexto político muito difícil -- disse o curador.

Na programação principal, a vida e obra de Mário de Andrade será dissecada em todos os âmbitos possíveis e a partir de vários pontos de vista por parte dos convidados. Hermínio Bello de Carvalho e o crítico José Ramos Tinhorão examinam o trabalho do homenageado no campo da música. A argentina Beatriz Sarlo e os brasileiros Eliane Robert Moraes e Eduardo Jardim mostram por que ele continua atual nos dias de hoje. O professor e músico José Miguel Wisnik volta ao tema da música no trabalho do intelectual paulista. E o jornalista Roberto Pompeu de Toledo e o professor Carlos Augusto Calil falam sobre a relação do patrono desta edição da Flip com a cidade de São Paulo.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

QUARTA, 1 DE JULHO

19h - Sessão de abertura: As margens de Mário

Beatriz Sarlo, Eliane Robert Moraes e Eduardo Jardim

QUINTA, 2 DE JULHO

10h - Mesa 1: A cidade e o território

Antônio Risério e Eucanaã Ferraz

12h - Mesa Zé Kleber: Falando alemão

Geovani Martins, Deocleciano Moura Faião e Katjusch Hœ

15h - Mesa 2: De micróbios e soldados

Diego Vecchio e Saša Stanišić

17h15 - Mesa 3: A poesia em 2015

Matilde Campilho e Mariano Marovatto

19h30 - Mesa 4: Encontro com Colm Tóibín

21h30 – Mesa 5: Do angu ao kaos

Jorge Mautner e Marcelino Freire

SEXTA, 3 DE JULHO

10h - Mesa 6: Encontro com Boris Fausto

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12h - Mesa 7: São Paulo! Comoção de minha vida...

Roberto Pompeu de Toledo e Carlos Augusto Calil

15h - Mesa 8: As ilusões da mente

Eduardo Giannetti e Sidarta Ribeiro

17h15 - Mesa 9: Escrever ao Sul

Ngũgĩ wa Thiong’o e Richard Flanagan

19h30 - Mesa 10: Amar, verbo transitivo

Ana Luisa Escorel e Ayelet Waldman

21h30 - Mesa 11: Os Imoraes

Eliane Robert Moraes e Reinaldo Moraes

SÁBADO, 4 DE JULHO

10h - Mesa 12: Turistas aprendizes

Beatriz Sarlo e Alexandra Lucas Coelho

12h - Mesa 13: Encontro com David Hare

15h - Mesa 14: De balões e blasfêmias

Riad Sattouf e Rafa Rocha

17h15 - Mesa 15: Os homens que calculavam

Artur Avila e Edward Frenkel

19h30 - Mesa 16: Encontro com Roberto Saviano

21h30 - Mesa 17: Desperdiçando verso

Arnaldo Antunes e Karina Buhr

DOMINGO, 5 DE JULHO

10h - Mesa 18: Música, doce música

José Ramos Tinhorão e Hermínio Bello de Carvalho

12h - Mesa 19: De frente para o crime

Leonardo Padura e Sophie Hannah

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14h - Mesa 20: Conferência de encerramento

José Miguel Wisnik

16h - Mesa 21: Livro de cabeceira


sábado, 25 de abril de 2015

palhaço e o bobo da corte

Airton Soares
Há mais de 25 anos fazendo o que gosta
DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS
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Falta dizer 
"Dia destes ouvi um humorista na televisão perguntar qual é a credibilidade do palhaço? Eu digo que é toda. O palhaço é muito digno de crédito. A exemplo, aliás, do "finado" bobo da corte.
Sabe por quê?
Porque o palhaço, assim como seu irmão gêmeo, o bobo da corte, pode dizer a verdade impunemente. Os reis riam das "bobagens" que os bobos lhes diziam... E que eram as verdades que os puxa-sacos escondiam..."
Luiz Carlos Prates | jornal Diário Catarinense | 17 07 2005
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Imagem:Biury Fu Máufi (Airton Soares)

terça-feira, 10 de março de 2015

AUTOFÁGICO FOGO!



Por Airton Soares
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CHAMAMOS DE FOGO
o resultado de um processo muito exotérmico de oxidação. Geralmente, um composto... 
- Corta! Corta! Não é por aí, senhor "AS"! A crônica tem de ser leve, enxuta e que narre em poucas linhas o porquê da dificuldade na resolução eficaz das grandes mazelas sociais do nosso país!
- Mas, Senhor Juiz, a querência que faz Vossa Excelência requer um mínimo de fundamentação e não poderia discorrer em poucas...
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(O Juiz impaciente...)
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- É... É... tem razão! Vá, vá... Mande brasa!
VIVEMOS SOB O
“amparo” de uma grande fogueira. Grande! `Gradonazona´, melhor dizendo. Por hipótese nenhuma pode faltar lenha, mas caso falte, incontinenti, o “foguista-mor” dá um jeito de arranjar graveto, cavaco, seja lá o que for. Importante é que seja “queimável”. Mas... se faltar? A fogueira continua. Como pode, se...? Pode, sim, sabe por quê? Porque essa fogueira é autofágica!
DIABEISSO?
Autofagia: é o sustento de um organismo à custa de sua própria substância. Diz respeito à autofagia que é a autodestruição de célula e de organelas citoplasmáticas pelas suas próprias enzimas hidrolisantes. Quer se amostrar, né? Por que num desembucha logo e finaliza essa crônica?
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A FOGUEIRA A QUE EU
me refiro, de que você já desconfiava, é o sistema capitalista. Ele é fogo! Autodestruidor, autofágico. Daí a dificuldade na resolução eficaz das nossas mazelas sociais. Tudo que dá dinheiro entra na fornalha. Tudo! Prostituição infantil, tráfico de drogas... de influências, violência violenta, tudo é lenha. Tudo gera grana. Não consigo esquecer uma manchete que li nos jornais: “Depois de achar os fuzis, o exército saiu das favelas! Agora o tráfico volta ao normal no Rio.” Voltar ao normal, pode? Pior é que pode!
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DAÍ NÃO ACREDITAR
nos “acrisolados” projetos que todos os dias são espirrados gabinete afora. Acredito até que, dentre os responsáveis pelas nossas políticas públicas, exista uma minoria cônscia do seu dever de casa, mas que no íntimo, reconhece que seu poder de fogo é... de artifício! Pronto, Juiz. Cheguei ao final. Mandei a brasa que Vossa Excelência queria? Tenho dito!

sábado, 7 de março de 2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

UM PASSADO NÃO MUITO DISTANTE



Segunda...7h58...relógio de ponto...primeiro “bom” dia!
.- E aí, Dr. Estevão, o queÉquEu faço?
- Aquarde até segunda ordem! 
- Mas Dr... 
- Aguarde até... E num aguarde não!

A cor da Terra não gera polêmica


Airton Soares
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o Céu abre a comporta
a chuva, afinal chegou
fim da natureza morta
que vestida muda de cor! → AS ®

→ Li po® Aí



APROVEITO O FRETE
para citar Shakespeare: não acendas contra teu inimigo
uma fornalha tão grande que venha a te queimar.
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E...COMO AINDA RESTA
um espaçozin na carroceria, findo este “Li”
com uma trova de minha autoria:
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Pagar na mesma moeda
Nunca deu troco a ninguém
Feliz de quem se apieda
Não se vinga e faz o bem. → AS ®

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

teatro SESC


7 h · Editado · 

Observa-se na sequência das fotos um crescendo de ânimo do personagem. Era isto que meu professor e diretor - Eurico Bivar - insistia pacientemente para que esta cena, de poucos segundos, durasse uma eternidade na mente dos expectadores. Num átimo de tempo, o público teria que perceber mudança em meu semblante, sobretudo no olhar. Infelizmente não constatamos isto no palco. Ele partiu um pouco depois desses ensaios.
→ AS ®

escultura


35 min · Editado ·
RARIDADE
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Esculturas de ferro - encontradas na Mesopotâmia - do século cinco antes de Cristo. Segundo especialistas, o que importa não é o valor monetário que hoje orça em torno de 800 mil dólares, mas sim o patrimônio histórico. - Dêxa de conversa, "AS", diz logo que esta "escultura" foi obra e graça dos cupins que por algum tempo - pantagruélicamente - moravam nesta porta ao lado. Local do achado "histórico": quintal da casa de nossa mãe → AS ®
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Da série...nem tudo que par...
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