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terça-feira, 10 de junho de 2014


nOtO e anoto

.............................................LÂMPADA para os meus pés é tua palavra, e .............................................luz para o meu caminho. Salmos 119:105

.....E o TEMPO (en) LEVOU

Pois é... mister THOMAS ALVA EDISON, sua invenção já já será PEÇA DE MUSEU. A lâmpada incandescente – não resta dúvida – tem luminosidade muito mais aconchegante, maior durabilidade...acontece que esta requintada PEÇA PECA no requisito rendimento: apenas 5% da energia elétrica consumida é transformada em LUZ, os outros 95% são transformados em CALOR. Li nagorinhazinha estes dados na Wikipédia.

• Jornal O POVO - DePapel, hoje - diz: “As lâmpadas incandescentes de 60 watts, as mais tradicionais para uso doméstico no Brasil, vão começar um gradual desparecimento das lojas a partir do dia 1º de julho, em razão de uma determinação do governo. Daqui a um ano, não será permitido oferecê-las no varejo.”

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Literatura Infantojuvenil


CONVERSA COM ALUNOS
........................................A escritora FABIANA GUIMARÃES, visita o colégio PROFESSORA JEMINA GOIS e conversa com os alunos sobre seu livro, O FOJO, publicado pela Paulus Editora. O evento teve a participação [foto] deste amigo que vos digita [85 8837 7533] e foi coordenado por Carolina Gadelha. 5jun14.Fortaleza-Ce.
 

A NOBREZA MANDA... noblesse oblige

Essa foto foi tirada no exato instante em que o motorista da SUV gritou: “Sai que eu vou passar por cima, é blindado, é blindado!”
Um segundo depois ele fez o prometido.
Imagem
O trânsito era o mesmo como em todas as manhãs paulistanas e a Mercedez, sem perceber, ou sem se importar, “ralou” o carro parado na faixa ao lado, ao ultrapassá-lo. O trânsito parou novamente e a Mercedez voltou para a faixa em que estava antes. Errou o palpite da faixa mais rápida. Estavam novamente lado a lado. Assim, o motorista  “ralado” abriu o vidro para avisar do ocorrido. Foi ignorado ou não foi visto. A Mercedez era bem mais alta que seu carro.
Minutos mais tarde, o trânsito, pregando mais uma de suas peças, fez com que o carro ralado, agora, estivesse logo a frente da Mercedez. Oportunidade para o motorista “ralado” descer do carro para falar com o “ralador”. Chegando próximo à janela, voltamos ao primeiro parágrafo, que conta o final da história.
Desespero de se atrasar para a reunião de planejamento ou medo de ser assaltado e ter que acionar o seguro?
Provavelmente o dono da SUV da Mercedez nem chegou a pensar nesses graves problemas que assolam a humanidade. Apenas fez o que deveria ser feito. Afinal, para que gastar tanto dinheiro com um carro desses e sofrer para achar uma vaga para o seu tamanho?
Mike Davis, explica isso muito bem em seu texto publicado no Cidades Rebeldes, quando diz que os utilitários dão compensações mágicas de poder e conforto, mesmo que temporárias. Na triste democracia dos engarrafamentos, eles parecem conferir noblesse oblige,  que em bom português quer dizer: a nobreza manda.
Esses carros são comprados como moradias temporárias de luxo, concebidas para suportar o inferno do deslocamento e os “perigos”da cidade. O problema está sempre do lado de fora. O mundo está errado, menos os faróis bi-xenon com sistema de luzes inteligentes de 5 funções.
E se esse carro de combate não funcionar, o Código de Defesa do Consumidor poderá ser invocado, por descumprimento de oferta:
“A nova Classe M reforça sua caracteristica mais que marcante: a sensação de estar sempre no controle. Com uma identidade imponente, é um automóvel para ver e ser visto.” (site da Mercedez-Benz).