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domingo, 11 de dezembro de 2011

VINHO PLATÔNICO

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Por Airton Soares

Nas madrugadas virtuais
de risos fartos e frouxos...
Uma insônia onisciente sorve o cheiro
da taça tragada por olhares furtivos.

A dor adormece de olhos abertos.

A lágrima seca
despenca e se estraçalha entre o pipocar
de conversas entrecortadas..

O cio, o ciúme
transbordam...
na madrugada
sem fim..

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